O jornalista Zenilton Meira acaba de alcançar mais um importante
capítulo em sua trajetória profissional. Após 38 anos de atuação na comunicação
regional, o profissional concluiu oficialmente o curso de graduação em
Jornalismo pelo Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto, com colação de
grau realizada em 8 de maio de 2026.
Reconhecido por sua contribuição ao fotojornalismo e à imprensa regional,
Zenilton construiu uma carreira marcada pela dedicação à informação, ao
registro histórico e ao compromisso com a comunicação local. O curso é
reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), consolidando academicamente uma
experiência profissional construída ao longo de décadas de atuação.
A paixão pela fotografia surgiu ainda em 1986, no extinto Center Foto,
em Jequié, influenciado pelo pai, Salatiel Meira Sertão. Dois anos depois,
iniciou sua caminhada no fotojornalismo a convite do editor Álvaro Araújo, no
Jornal Sudoeste, transformando a afinidade com as lentes em uma carreira sólida
e respeitada.
Ao longo da trajetória, Zenilton atuou em assessorias de comunicação da
Prefeitura de Jequié em diferentes gestões e consolidou seu nome no jornalismo
regional com passagens marcantes pelo jornal A Tarde, onde permaneceu por 14
anos. Durante esse período, trabalhou ao lado de profissionais da imprensa
baiana como Wilson Novaes, Lú Lélis, Renato Ferreira e Souza Andrade. Seu
trabalho também ultrapassou fronteiras regionais, com fotografias publicadas em
veículos de circulação nacional, como as revistas Veja, IstoÉ e o Jornal do
Brasil.
Além da formação em Jornalismo, Zenilton Meira é bacharel em Ciências
Contábeis e pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior pelas Faculdades
Integradas de Jequié (FIJ), reunindo conhecimento técnico e experiência prática
em uma trajetória construída com persistência e credibilidade.
Atualmente, segue atuando no fortalecimento da comunicação regional por
meio do portal
jornalístico Zenilton Meira, espaço dedicado à informação, opinião e
valorização dos acontecimentos locais e regionais.
A conquista acadêmica representa não apenas um título, mas o reconhecimento formal de uma história construída diariamente nas ruas, redações, coberturas e registros que ajudaram a contar parte importante da memória da imprensa regional baiana.










