domingo, 25 de outubro de 2026
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Charles Meira, cantor evangélico divulgou a palavra de Deus durante os 40 anos de sua carreira.
“Missões Secretas”, segundo disco gravado pelo cantor evangélico Charles Meira.
Em consequência da boa vendagem do
LP Atmosfera Divina, e da estabilização da econimia do país durante o ano de
1987, viabilizou-se a gravação de outro disco. Como primeiro passo, convidei
alguns irmãos da igreja ligados a área da música, para juntos escolhermos o
repertório do disco. A reunião aconteceu na casa do pastor Júlio de Santana,
onde analisamos e selecionamos as dez melhores. Todas as composições eram de autoria
minha e Edelício. A novidade do novo trabalho era a mudança, tanto no estilo
musical, com rítmos embalados, como também no literário, focalizando com
destaque a volta de Jesus Cristo. Desta vez conseguimos com a diretoria da
Coelba a liberação minha e de Edelício por cinco dias para participarmos da
gravação. Foi reservado pela gravadora o período de 25.10 a 30.10.87 para
realização do trabalho. Em Recife, ficamos hospedados no apartamento do irmão
Admilson. Chegando na SOMAX, fui comunicado que o tape seria gravado em 16
canais, uma ótima notícia. Acatando informações do grupo Vasos de Jequié,
mudamos o maestro e o baixista. Dois excelentes músicos, que juntos com os
outros, realizaram com perfeição a gravação. Durante a nossa estadia em Recife,
conhecemos os seus pontos turísticos e a parte comercial. Ainda estivemos em
Olinda, onde visitamos seus monumentos e apreciamos suas belas praias. Depois
que chegamos à Jequié, ouvimos a fita várias vezes atendendo a pedidos dos familiares. Continuei analizando
todos os detalhes da gravação. A parte intrumental estava perfeita, mas achei a
minha voz baixa. Cheguei a conclusão de que não devia prensar o disco e sim
jogar o tape no lixo. Minha esposa que vinha acompanhando os acontecimentos, conversou
comigo aconselhando a não tomar decisões precipitadas. Somente depois de muita
oração, resolvi mudar de idéia e acatar a sua opinião. Com o passar do tempo
fui aceitando naturalmente os defeitos que achava ter na gravação. “No mundo
terei aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo, João 16:33”. Assim
aconteceu comigo. Foi difícil, mas as barreiras foram superadas. A
responsabilidade da fabricação dos discos foi entregue à Fonepress em São
Paulo, através do Sr. Arnaldo, representante da empresa. A foto da capa foi
tirada no estúdio Jomag e da contra-capa feita por Nildo Cine Foto no parque de
exposições de Jequié. No prazo de 90 dias os discos foram entregues sem
problemas. O disco Missões Secretas foi lançado no dia 27 de fevereiro de 1988
na Igreja Batista de Jequiezinho. Tivemos a participação das crianças da
igreja, orientado por Elienai Teixeira na música “Sinal de Carinho” e o grupo
teatral U.R.I da Primeira Igreja Batista de Jequié, fazendo uma coreografia na
música “O Sinal”. A comunidade evangélica compareceu e compartilhou da minha
alegria em continuar divulgando a palavra de Deus.
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Baianão 2027 inicia nos dias 9 e 10 de janeiro; Jequié estreia contra o Galícia no Waldomirão

A Federação Bahiana de Futebol reuniu os clubes participantes do Campeonato Baiano de 2027 e realizou nesta quarta-feira (21/10), o Conselho Técnico da competição no Cineteatro 2 de Julho, localizado na sede do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), em Salvador. Estiveram presentes o presidente da entidade, Ricardo Lima, o vice-presidente, Manfredo Lessa, a diretora de competições, Taíse Galvão, o diretor administrativo e financeiro, Marcelo Araújo, o diretor de registro e transferência, Felipe Quadros, e o presidente da Comissão Estadual de Árbitros de Futebol da Bahia, Jailson Freitas.
Durante o Conselho Técnico foram apresentados os confrontos das primeiras cinco rodadas da competição, que será iniciado no sábado, nos dias 9 e 10 de janeiro. As equipes do Bahia do Vitória jogam a primeira rodada dentro de casa, mas há boa chance dos rivais fazerem suas partidas em dias diferentes. Informação que ainda não foi divulgada pela FBF. O Tricolor estreia contra o SSA FC, na Arena Fonte Nova, enquanto o Rubro-Negro pega o Barcelona de Ilhéus, no Barradão.
O clássico Ba-Vi da primeira fase do Campeonato Baiano acontecerá na quinta rodada. Com data base de 23 ou 24 de janeiro, sábado ou domingo.
Foi decidido no arbitral que o Baianão 2027 terá o mesmo formato da edição 2026. Com 11 datas disponibilizadas no calendário nacional do futebol, previsto pela CBF e a final deve ser realizada no dia 7 de março (domingo), última data reservada para competições estaduais.
Confira os confrontos das cinco primeiras rodadas do Campeonato Baiano 2027:
1ª RODADA
9 ou 10 de janeiro (sábado ou domingo)
Bahia x SSA
Vitória x Barcelona
Fluminense x Juazeirense
Jequié x Galícia
Porto x Jacuipense
2ª RODADA
12, 13 ou 14 de janeiro (terça, quarta ou quinta-feira)
Jacuipense x Bahia
Juazeirense x Vitória
Barcelona x Jequié
SSA x Fluminense
Galícia x Porto
3ª RODADA
16 e 17 de janeiro (sábado e domingo)
Vitória x Porto
Jequié x Bahia
Fluminense x Galícia
Jacuipense x SSA
Juazeirense x Barcelona
4ª RODADA
19, 20 ou 21 de janeiro (terça, quarta ou quinta-feira)
Bahia x Juazeirense
Vitória x Jacuipense
Jequié x SSA
Porto x Fluminense
Galícia x Barcelona
5ª RODADA
23 e 24 de janeiro (sábado e domingo)
Bahia x Vitória
Fluminense x Jequié
Barcelona x Porto
Jacuipense x Juazeirense
SSA x Galícia
Forma da dsputa
Na 1ª fase, os clubes (Bahia, Vitória, Jequié, Jacuipense, Fluminense, Galícia, Barcelona, Porto, Juazeirense e SSA FC) irão compor o mesmo grupo, de número 1. Os jogos serão realizados em turno único, com pontos corridos.
Os quatro primeiros colocados avançarão para a semifinal, que será disputada com dois jogos únicos: 1º x 4º e 2º x 3º. Os confrontos terão mandos de campo dos dois primeiros colocados da 1ª fase.
Os dois vencedores disputarão o título em jogo único, na casa daquele que tiver a melhor campanha no somatório das duas primeiras fases, no dia 7 de março. Em casos de empates tanto na semifinal como na final, as decisões seguirão para disputas de pênaltis.
Descenso – As equipes que terminarem a 1ª fase nas duas últimas colocações (9º e 10º) estarão rebaixadas para a Série B do Baianão 2028. (Jequié Repórter)
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Rodrigo Fonseca está de volta ao Jipão.
NOTA OFICIAL
Rodrigo Fonseca está de volta ao Jipão
Jequié (BA) — A Associação Desportiva Jequié (ADJ)
anuncia o retorno de Rodrigo Fonseca ao comando técnico da equipe para 2027. O
treinador chega para fortalecer o planejamento esportivo do clube, com foco na
formação de uma equipe competitiva e na busca por grandes resultados.
Com experiência no futebol brasileiro, Rodrigo
Fonseca acumula passagens por clubes tradicionais, como Botafogo de Ribeirão
Preto (SP), Criciúma (SC), Mirassol (SP), Itabaiana (SE), Confiança (SE), Rio
Branco (ES), Campinense (PB) e ASA de Arapiraca (AL), entre outras equipes.
Sua trajetória em diferentes cenários do futebol
nacional agrega experiência e conhecimento ao projeto esportivo do Jipão, que
segue trabalhando para representar Jequié e sua apaixonada torcida com
dedicação, competitividade e orgulho.
A Associação Desportiva Jequié dá as boas-vindas ao
professor Rodrigo Fonseca e deseja sucesso neste novo capítulo à frente da
equipe.
A espera acabou! Seja bem-vindo, professor!
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JIPÃO — NOSSO TERRITÓRIO, NOSSA PAIXÃO!
Assessoria de Comunicação
Associação Desportiva Jequié (ADJ)
Charles Meira, cantor evangélico divulgou a palavra de Deus durante os 40 anos de sua carreira.
“Atmosfera Divina”, primeiro disco gravado pelo cantor evangélico Charles Meira.
As músicas que foram feitas em parceria com os componentes do grupo
C.L.A.R.P.T, Moga Neto, Edelcir Cade e outros, despertaram em mim um desejo de
tornar o trabalho conhecido com uma amplitude maior, partindo para fazer uma
gravação de um disco. Mesmo sendo incentivado pelos amigos com o
comprometimento de ajudar financeiramente, nada idealizado deu certo, ficou
somente à vontade.
No ano de 1986, totalmente integrado na Igreja Batista de Jequiezinho,
cantava com mais assiduidade nos trabalhos ali realizados.
A parceria com Edelício era cada vez mais sólida, proporcionando um
grande entrosamento e gerando vários frutos em forma de composições.
As amizades foram surgindo dentro da igreja, principalmente com aquelas
pessoas ligadas a área musical. Conheci os irmãos Heleno, comerciante no ramo
de madeira e Edvando Pereira, cantor evangélico. O primeiro foi o principal
incentivador do seu mano na gravação do seu primeiro disco. Em conversa com os
mesmos, sempre mostrava o meu desejo de também gravar um vinil. Notadamente um
conhecedor e de grande tino musical, o irmão Heleno atestou o meu talento como
cantor e se colocou à minha disposição para ajudar no que estivesse relacionado
com a gravação. Vontade e talento foram comprovados que eu tinha, as dez
composições de minha autoria e Edelício estavam escolhidas, alguém disposto
para coordenar também. Faltava agora conseguir os recursos financeiros.
Materialmente falando, era a parte mais difícil. Mas Deus providenciaria os
meios para solucionar esta etapa. Passados alguns dias as ideias as começaram a
surgir. Eu havia comprado um terreno para futuramente construir minha casa,
pois morava de aluguel, e um fusquinha para melhorar o nosso lazer. Falei para
minha esposa que iria vender os bens para fazer a gravação do disco. Ela não
concordou com a ideia. Tive que gastar todos os argumentos explicando o lado
positivo de desfazer de um bem material e colocar na obra do Senhor. Mas como
as providencias com certeza eram divinas terminou acatando a minha decisão.
Como num passo de mágica o terreno e o carro foram vendidos. Comuniquei para
Heleno que tinha conseguido o dinheiro e que ele poderia manter os contatos,
fazendo sua parte de coordenador. No mesmo dia ele telefonou para a gravadora
SOMAX, em Recife, acertando todos os detalhes da gravação. Ficou confirmada a
data de 25 a 30 de julho de 1986. Próximo da viagem, pedimos ao pastor Júlio
para contactar com o diretor do Seminário Batista de Recife, vendo a
possibilidade de conseguir nossa hospedagem durante os dias da gravação. O
pedido foi feito e o diretor respondeu positivamente. Convidei Edelício para
ser companheiro de viagem, mas não foi possível porque estava trabalhando. No
seu lugar foi comigo tio Antônio, que estava disponível. Saímos dois dias antes
da data marcada. Chegando a Recife, fomos para o seminário, nossa morada
naquela semana. No mesmo dia localizamos a SOMAX, onde ficamos conhecendo o
diretor da mesma, o qual nos atendeu muito educadamente. Depois de um
cafezinho, nos mostrou o estúdio, toda a aparelhagem de som com capacidade para
gravação em oito canais e outras dependências onde seriam realizados os
trabalhos. Ficou confirmado o início da gravação para o dia seguinte. Na volta
para o seminário contemplamos as belezas da grande Recife. Nossa morada provisória
ficava num local muito bonito, cheio de árvores bem altas, quadra para futebol
de salão e vários prédios. No outro dia acordamos cedo, tomamos café e seguimos
para a gravadora. No horário marcado chegamos. Os músicos, como sempre chegaram
atrasados. Fomos a eles apresentados e aos empregados da SOMAX. O Maestro era
jovem, tinha cabelos compridos, uma pessoa simpática. Os outros eram alegres e
brincalhões. Somente o baterista era evangélico. Às 10 horas começou a
gravação. Logo percebi que todos eram profissionais de qualidade. O maestro,
com quem mais conversava, era um músico com grande sensibilidade harmônica e
incrível habilidade para tocar e arranjar as músicas. Todas as etapas da
gravação foram para mim marcadas de muita emoção. Quando da mixagem da música
“Deus Presente”, chorei emocionado pela suavidade e beleza. Na sexta-feira
terminou a gravação. As passagens já estavam compradas para Salvador, pois não
encontramos direto para Jequié. À noite deixamos Recife. Durante a viagem não
tirava o olho da mala, onde tinha colocado o tape da gravação, preocupado que
alguém pudesse roubá-la. Tio Antônio comentou que tinha gostado do passeio,
somente não agradou da comida pernambucana. No sábado á tarde chegamos a
Jequié. Mal entramos em casa, todos queriam informações da gravação. De noite
reunimos com a família, parentes e amigos para ouvirmos a fita. As opiniões
foram diversas, mas sempre elogiando o meu primeiro trabalho como cantor
evangélico. A parte de estúdio estava pronta, agora começava uma nova batalha,
que era a fabricação dos discos. Novamente o coordenador Heleno entra em cena
para fazer contatos com fábricas em São Paulo especializadas neste ramo. Várias
empresas consultadas e as respostas eram sempre negativas. Estavam com pedidos
encerrados, às cotas de fabricação estavam esgotadas, não aceitando compras até
o final do ano. Heleno tomou várias informações sem sucesso com pessoas do meio
fonográfico. Foi quando manteve contato com uma empresa de nome Polidisc, uma
distribuidora de discos, instalada na cidade de Recife, que acenou positivo e
se propôs entregar os discos no prazo de 60 dias. A fabricação seria feita por
Gravações Elétricas em São Paulo, onde a firma tinha contrato de cotas para
mandar fabricar os LP’s. Sem outra alternativa fechamos o negócio com o senhor
Edilson, responsável da empresa nesta área. Enviamos o tape, o material para
capa e contracapa contendo foto tirada por Nildo Cine Foto na Frisuba, na
região de Jequié, uma bonita apresentação escrita por Moga Neto, nome das composições
e ficha técnica. E também depositamos na conta corrente da Polidisc 50% do
dinheiro da prensagem como sinal, ficando o restante para ser pago no momento
que os discos estivessem prontos. O dinheiro investido foi conseguido através
de uma campanha realizada junto com parentes, amigos e o comércio da nossa
cidade. Na data marcada para a entrega da mercadoria, o Sr. Edilson telefonou
dizendo que a fabricação dos discos tinham sido adiada por mais 30 dias.
Começou naquele dia uma longa luta com a Polidisc. O não comprimento dos prazos
deixou todos nós apreensivos e duvidosos da lisura do negócio feito com a
distribuidora. Depois de inúmeros telefonemas cobrando satisfações da mesma e
clamores a Deus feitos pelos irmãos da igreja, os discos foram entregues. A
espera durou mais de seis meses. Depois da boa notícia, passamos a organizar o
lançamento, que foi marcado para o dia 9 de maio de 1987. Foram enviados
convites para as igrejas, anuncio nos jornais e o carro volante percorreu toda
a cidade comunicando o evento. A expectativa era grande, principalmente dos
evangélicos que esperavam ansiosos por esse dia. A comunidade compareceu em
massa, lotando as dependências da Igreja Batista de Jequiezinho. O pastor
iniciou o culto orando e dedicando a Deus todos os louvores daquela noite. Em
seguida Júlio de Santana, usando da palavra, comentou sobre minha vida e
anunciou o lançamento. Cantei as dez músicas num clima de alegria e emoção. No
término do culto todos vieram me cumprimentar, parabenizando pelas belas composições
apresentadas. A aceitação foi ótima para um cantor que era desconhecido pelos
evangélicos. Os convites eram tantos que durante o primeiro ano cantei em todos
finais de semana nas igrejas de Jequié e outras cidades o estado da Bahia. Em
três meses foram vendidos os 1.000 discos pedidos. O LP Atmosfera Divina vendeu
até esta data mais de 4.000 cópias. Para uma produção independente evangélica é
uma vendagem considerada muito boa.
O que melhor aconteceu e continua acontecendo até hoje, são as decisões de pessoas aceitando Jesus como Salvador, através das composições deste disco.
domingo, 18 de outubro de 2026
Torneio de Pesca Esportiva e mobiliza grande público na Prainha de Lomanto
Com o objetivo de fomentar o turismo, valorizar as potencialidades
naturais do município e incentivar a pesca esportiva, modalidade em que o peixe
é devolvido à água após a medição, a Prefeitura de Jequié, através da
Secretaria de Esporte e Lazer, realizou, no domingo, 11, na Prainha de Lomanto,
na Barragem da Pedra, a VI edição do Torneio Municipal de Pesca Esportiva. O
evento integra a programação comemorativa pelos 129 anos de emancipação
política do município. Estiveram o secretário interino de Esporte e Lazer,
Camilo Barbosa de Souza; o vereador Matheus Macedo, o Budega; além da equipe
técnica da Secretaria de Esporte e Lazer, competidores e frequentadores do
local.
O evento contou com o suporte operacional da Marinha do Brasil, do 19º
Batalhão de Polícia Militar, do 8º Batalhão de Bombeiros Militares, da
Superintendência Municipal de Trânsito (SUMTRAN), da Guarda Civil Municipal e
da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A edição deste
ano reuniu cerca de 300 participantes, provenientes de 24 municípios baianos:
Aiquara, Barra da Estiva, Brumado, Castro Alves, Contendas do Sincorá, Cruz das
Almas, Feira de Santana, Gongogi, Ipiaú, Itagi, Ituaçu, Jaguaquara, Jitaúna,
Lafaiete Coutinho, Lajedo do Tabocal, Livramento de Nossa Senhora, Macaúbas,
Poções, Salvador, Santo Antônio de Jesus, Tanhaçu, Vitória da Conquista,
Wenceslau Guimarães, além de Jequié, reforçando o alcance regional do torneio e
sua contribuição para a valorização da pesca esportiva e do potencial turístico
da Barragem da Pedra.
Alguns competidores chegaram ao local ainda no sábado, quando foi
iniciada a entrega dos kits de identificação, compostos por camisa, régua para
medição dos peixes e numeração dos participantes. No domingo, por volta das 5h,
foi servido o tradicional café da manhã, antecedendo o início das disputas. O
torneio foi dividido nas modalidades ‘Barranco’, vencida pelo competidor
Oberdan, com 117 pontos; ‘Caiaque’, que teve como ganhador o pescador
Leovanildo Brandão da Silva, 125,5 pontos; ‘Caiaque a motor’, com Elton
Almeida, que alcançou 101 pontos; e ‘Barco’, cuja disputa foi vencida pela
equipe da Dom Odontologia, com 118 pontos. O prêmio de maior peixe ficou com o
pescador Leovanildo Brandão, que fisgou um exemplar do tucunaré de 57
centímetros. Ao término das competições, os participantes acompanharam a
entrega de troféus e os sorteios de brindes.
Para o secretário de Esporte e Lazer, Camilo Barbosa de Souza, o torneio fortalece o calendário esportivo do município e amplia a visibilidade da Barragem da Pedra como destino para atividades de lazer e contato com a natureza. (Junior Mascote)
sábado, 17 de outubro de 2026
Pietro, o Fisioterapeuta que ama e cuida dos animais.
Pietro Araújo dos
Santos, filho de José Ailton Euzébio dos Santos e Maria Arlene Conceição Araújo
dos Santos e Irmão de Priscila Araújo dos Santos. Nasceu em 07/04/87 na cidade
de Ibicaraí - BA, formado em Fisioterapia pela UESB
de Jequié – BA. Em seguida foi morar em Salvador – BA, onde fez Mestrado e
Doutorado na UFBA Universidade Federal da Bahia.
Atualmente é
Fisioterapeuta da parte Neurológica e professor e coordenador
de cursos da UNIME, Instituição Superior localizada em Lauro de Freitas. Hoje
mora também na mesma cidade na Rua Edgar Bi franco,
condomínio Rosa dos Ventos, Bairro de Buraquinho.
Charles Meira Iniciou a
entrevista perguntando a Pietro porque resolveu
adotar animais de rua?
Respondeu que sempre teve cachorros na sua casa em Ibicaraí
– BA e cresceu com a presença deles, animais que ganhava de parentes e amigos.
Relatou também que
certa época morava em Salvador - BA na Rua Macapá no Bairro de Ondina, quando um
carro parou abriu a porta e deixou os cachorros na rua, no momento estava
passeando com a cachorrinha que tenho chamada Mel e encontrei estes três
cachorros no passeio sem água, comida e com este histórico de terem sido
abandonados, então comecei a ajuda-los colocando comida, água diariamente,
porém ficava com muita pena dos cachorros e resolvi adotá-los.
Inicialmente levei os cachorros para um sítio em Ibicaraí – BA, onde passaram um ano neste local. No lugar Pietro construiu um canil e eram cuidados com a ajuda de sua irmã. Em seguida, após um ano comprou uma casa em Lauro de Freitas e levou os cachorros chamados de Negão e Velhinha para morar naquele local, Branquinho o outro animal, infelizmente sumiu do sítio em Ibicaraí – BA, onde foi procurado, mas não foi encontrado.
Relatou também que em
Ibicaraí – BA tem a Pretinha que foi resgatada na Rua em Salvador - BA, que
hoje mora com Priscila sua irmã em Ibicaraí e Cacau
outra cachorra tirada e adotada também da rua por sua irmã.
Explicou que Pretinha
foi à primeira de todas retirada da rua. Durante a pandemia ela pariu alguns
filhotes e ficou na Rua Macapá no bairro de Ondina Salvador - BA e os filhotes
foram recolhidos e ela ficou sozinha na rua, período de chuva muito vento, ficou com pena também e colocou no apartamento, onde ela
morou seis meses neste local, entretanto depois descobriu que ela estava doente,
com TVT doença sexualmente transmissível e levou para o interior e ali foi
feito todo o tratamento, precisando passar por sessões de quimioterapia durante
alguns meses e graças a Deus se recuperou e ficou curada.
Pietro declarou gostar
muito de animais e fica comovido ver os cachorros sofrendo
abandonados na rua, infelizmente não consegue ajudar a todos, mas aquele que
consegue faz questão de poder ajudar de alguma maneira.
A seguir, Charles Meira
sorrindo perguntou para Pietro se por acaso aparecer outros animais ele vai
continuar resgatando?
Respondeu ser uma
pergunta difícil, entretanto não digo não, porém
posso garantir ajudar porque sempre fica muito sensibilizado, comovido, vendo
os cachorros sofrendo abandonados na rua.
Continuado a entrevista
perguntou ao Fisioterapeuta se tinha alguma ligação com ONGs que cuida de
animais em Salvador – BA?
Disse não, que faz tudo por conta própria, e nunca teve o discernimento de procurar as ONGs, ninguém. É uma ação legal, mas até o momento não teve essa iniciativa. Se por acaso identificar outros cachorros, poderia fazer uma parceria com uma ONG para assistirem aos mesmos.
No término da entrevista Pietro deixou uma mensagem sensibilizando as pessoas para não abandonarem os cachorros, pois hoje em dia abandono de animais é considerado crime, e pensem melhor neste ato, que é desumano e ao mesmo tempo é um ato criminoso gerar o abandono de animais e se precisarem de um auxílio procurem uma ONG, mas não abandonem os animais na rua.
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Senado aprova fim da escala 6×1
O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) o fim da escala 6×1, de seis dias de trabalho para um dia de repouso. A PEC 221/2019 foi aprovada em dois turnos, com a mesma votação em ambos: 75 votos favoráveis e apenas um contrário. A PEC vai à promulgação.
Com a aprovação, o trabalhador terá direito a repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.
Além disso, o texto reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. Serão até oito horas diárias de trabalho, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho. Algumas das mudanças serão implementadas de forma progressiva.
— Neste momento, milhões de brasileiros, milhões de trabalhadores e trabalhadoras estão acompanhando esta sessão com esperança. São pessoas que conhecem na própria rotina o valor de um dia a mais de descanso. Tenho certeza absoluta de que vamos cumprir o nosso dever com absoluta responsabilidade, pensando, acima de tudo, no que é melhor para o nosso país — disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao abrir a votação.
A proposta, que tinha como primeiro signatário o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), foi relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).
A PEC, que havia sido aprovada em maio pela Câmara e em setembro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, foi aprovada em Plenário com calendário especial, após passar por cinco sessões de discussão em primeiro turno. Requerimento assinado por líderes e aprovado pelo Plenário dispensou as três sessões de discussão em segundo turno.
O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que não se manifestou na sessão. Fonte: Agência Senado




















