sexta-feira, 2 de março de 2018

CHARLES MEIRA CONTA TRAJETÓRIA DA ADJ ATRAVÉS DE PESQUISAS E ENTREVISTAS INÉDITAS





Charles Meira, além de cantor e compositor tem feito um belo trabalho de resgate da história do futebol profissional local, em especial da ADJ – Associação Desportiva Jequié – através de pesquisas e entrevistas atuais com personalidades que participaram e ainda participam da trajetória do time quase cinquentenário. Em suas reportagens publicadas na Revista Cotoxó e em seu Blog, Charles Meira faz menções a importantes nomes que vestiram a camisa amarela e azul, além de dirigentes, colaboradores e torcedores que fizeram e fazem parte da história do Jequié. A primeira diretoria definitiva da ADJ foi formada por: Nelson Moraes (presidente), Waldomiro Borges Filho (vice), Marialvo Alves Meira (vice), Gildélito Ferraz (secretário), Josué Fonseca (tesoureiro), jornalistas Laerson Soares e Deodato Astrê (relações públicas), Manoel Sampaio e Evandro Lopes (departamento de profissionais), Tibúrcio Freitas (departamento de amadores), José Mário Benevides (médico). A sede provisória funcionou  em um prédio localizado na Rua João Goulart, bairro Jequiezinho. A quase totalidade dos jogadores participantes do torneio Intermunicipal de Futebol – quase campeões – foram aproveitados pelo novo time profissional. Somando-se a eles, outros jogadores de Jequié e de outras cidades foram contratados: Edmilson e Besouro (goleiros); Tufu, Carlinhos, Jurandir, Hugo e Zé Augusto (zagueiros); Maíca, Chinezinho, Eduardo e Maneca (armadores); Sérgio Florisvaldo, Esquerdinha, Tanajura, Marcos, Dilermando, Valmir, Betinho, Zé Roberto e Caculé.
A ADJ foi tema de reportagem da Revista PLACAR no dia 15 de maio de 1970,  tornando-se conhecida nacionalmente pela excelente campanha que fazia: “O Jequié, até o dia 3, tinha ganho do Botafogo por 5 a 0, do Leoônico por 2 a 1, do Monte Líbano por 4 a 2, do Ideal por 3 a 1, do Bahia por 2 a 1, do Feira de Santana por 3 a 0 e do Redenção por 2 a 0. Como é possível um time formado há apenas seis meses, com jogadores amadores e inexperientes, ganhar tanto assim e ameaçar tirar a glória do Bahia, o velho rei do futebol baiano? A explicação pode estar na raça e na juventude do seu time”. São muitas as reportagens publicadas por Charles Meira. Uma delas pode ser lida aqui. Basta clicar no link a seguir: (Jequié e Região)

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