sexta-feira, 8 de março de 2013

Serviços obstétricos começaram a ser feitos na Santa Casa Hospital São Judas Tadeu



Centro cirugico e berçário da Santa Casa em Jequié (foto reprodução Agência AM)
A Santa Casa Hospital São Judas Tadeu iniciou na sexta-feira (08/3) – Dia Internacional da Mulher – os serviços de obstetrícia, com a realização,  no turno vespertino,  do primeiro parto cesáreo da unidade, que a partir de agora, assume a responsabilidade  pelos procedimentos, anteriormente realizados pela maternidade do  Hospital Geral Prado Valadares. Em Salvador, na quinta-feira (07/3), o secretário de Saúde do Estado, Jorge Solla, reuniu-se com representantes da Prefeitura de Jequié,  Câmara de Vereadores, Conselho Municipal de Saúde,  Conselho Comunitário e do Hospital Geral Prado Valadares, quando  fez explanação detalhada sobre  a reforma e ampliação do HGPV e,  também, sobre  os serviços de obstetrícia na cidade. Solla explicou que a proposta do  atendimento obstétrico não ser mais feito no Prado Valadares já vem sendo discutida há cerca de dois anos. “É uma mudança muito importante, pois qualificará o atendimento obstétrico na cidade e dará o espaço para ampliar o atendimento no HGPV. Não é adequado que uma gestante divida o mesmo espaço com um paciente politraumatizado”, disse. Com a reforma do Prado, a maternidade que até então funcionava na unidade  dará espaço para leitos com perfil de atendimento para emergência,  enquanto os serviços de obstetrícia são transferidos para  a Santa Casa  Hospital São Judas Tadeu.
Perspectiva da fachada do Hospital Prado Valadares após a reforma
Indagado como será a partir de agora, o atendimento na Santa Casa, Jorge Solla esclareceu que a maternidade atenderá em sua totalidade através do Sistema Único de Saúde, funcionando de porta aberta para as gestantes de Jequié e região. “Teremos ampliação e qualificação da atenção à gestante”, disse. Para a reforma do HGPV, a Sesab investirá cerca de R$10 milhões que serão empregados na ampliação do número de leitos cirúrgicos e clínicos, do bloco cirúrgico e do bloco de imagem, dentre outros serviços. Durante as obras, a emergência será remanejada para o espaço onde funciona a maternidade, sem que o atendimento de emergência tenha prejuízo. O diretor do HGPV, Gilmar Vasconcelos, afirmou que nenhuma mulher e nenhum recém nascido será colocado em risco com a transferência do serviço. Ele disse ainda que não serão fechados leitos no Prado Valadares. “Não tenho dúvidas da importância das melhorias que o hospital está tendo. Será um ganho para as mulheres e também para as pessoas que necessitam de atendimento de emergência em geral”, afirmou.  Jorge Solla propôs que fosse formada uma comissão de avaliação do serviço da Santa Casa durante o período em que o HGPV esteja em obras. Caso o serviço não seja bem avaliado, a ideia é que a comissão busque alternativas para a prestação dos serviços de obstetrícia em Jequié. Com informações Ascom/Sesab. (Jequié Repórter).

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