J. B. Pessoa.
Atualmente, nas redes sociais, notamos vários eruditos fazendo uma revisão dos falsos dados históricos, os quais foram impostos, deliberadamente, aos estudantes; desde o curso fundamental até às universidades.
A historiografia brasileira começou a ser deturpada com a Proclamação da República, visando dar legitimidade ao golpe militar, que ceifou os desenvolvimentos da Monarquia Brasileira.
O Revisionismo Histórico é um conceito apropriado, e uma prática legítima visando corrigir uma manipulação ideologica realizada, atendendo interesses de grupos específicos, que tentam alterar o rumo da História, por claras motivações políticas de seus esdrúxulos interesses.
Ao adentrar no Século XX, a filosofia marxista do socialismo científico, ganhou adeptos no mundo inteiro, princpalmente entre os intelectuais, graças à Revolução Bolchevista na Rússia, a qual se transformou na União Soviética. Daí então, começam às manobras ideológicas visando ganhar adeptos no mundo inteiro, aparecendo às mentiras e a destruição da História Científica foi acelerada, obedecendo aos conceitos ideológicos.
A partir de 1945, com o começo da "Guerra Fria", os ideológicos marxistas começaram à difamação em massa dos heróis nacionais, culminando com a divulgação das ideias do famigerado Antonio Gramisc.
Sendo um dos fundadores do Partido Comunista da Itália, Antonio Gramisc (1891-1937) argumentou que, nas sociedades ocidentais, a burguesia mantém o poder através de um consenso cultural e ideológico, formado pela trilogia escola, igreja e mídia conservadora. Preso pelo regime fascista de Mussolini, escreveu na prisão os seus célebres "Cadernos do Cárcere", que abordam sua visão política, filosófica e cultural. Defendeu a importância de criar os chamados "intelectuais orgânicos" para combater a hemorgenia cultural conservadora, grande inimiga de uma sociedade igualitária.
Durante os anos 50/60 os intelectuais europeus e parte da intelectualidade estadunidense foi influenciada pelas filosofias políticas e culturais do chamado "Socialismo Real", até o aparecimento de uma anarquia, denominada de "Contracultura", que foi um movimento cultural de contestação. Foi a época dos modismos anárquicos dos beatniks, hippies, dos rocks alucinantes, psicodélicos, e dos festivas como Woodstock e da arte cultural marginal, em que as pessoas cultivavam os fashions do momento, pouco ligando para às verdadeiras lições de moral e ética.
Na atualidade, depois da queda do Muro de Berlim e da destruição do comunismo clássico, na Rússia por Mikhail Gorbachev e na China por Deng Xiaoping, os meta-capitalistas do denominado "Estado Profundo", continuam com às mesmas mentiras do finado comunismo.
Esse grupo de ultra-bilionários, que formam "estados paralelos", dentro dos estados nacionais, no mundo inteiro, continuam destruindo às religiões e a cultura clássica grego-romana, para formar uma ditadura universal apátrida. Esses niilistas usam às mesmas narrativas do falido comunismo, deturpando a História, a qual é revisionada pelos intelectuais e eruditos, salvando a historiografia mundial das garras do inimigo, o qual é considerado como uma "Teoria da Conspiração" pelos doentes cognitivos.
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