sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Josival de Miranda Santos (Jossi de Miranda)

 

Josival de Miranda Santos (Jossi de Miranda)

 

MILAGRES

Josival de Miranda Santos (Jossi de Miranda)

 

Brisa que toca o meu rosto... Sob o céu das estrelas... Iluminado na imensidão... 

Sinto o cheiro das flores na primavera. São obras do grande autor da criação.

 Há um poder na minha retina e através dos meus olhos eu posso ver e contemplar. 

Na beleza da luz eu vejo o divino se manifestar, tudo é milagre, milagres diários, milagres constantes..


Todos os dias são milagres, todas as coisas são milagres e eu posso crer. 

Todos os dias são milagres, o dom da vida é um milagre e foi Deus quem fez.

Ôô

 

O mar se abriu, o cego enxergou, multiplicaram-se pães e o aleijado andou. Tudo são milagres feitos pelo criador.

Todos os dias são milagres, todas as coisas são milagres e eu posso crer. 

Todos os dias são milagres, o dom da vida é um milagre e foi Deus quem fez.

Ôô

 

A MÃE DA LUA

Josival de Miranda Santos (Jossi de Miranda)

 

Quando a noite desce

No fundão das matas

Sob as luzes mágicas dos pirilampos

Ecoa um canto triste

Um lamento de grande dor

É a Nhaembiú, moça guarani

No seu choro eterno de saudades

De Cuimbaé, seu amor

 

Uuuuuuuuu... Uuuuu... uu...

 

São velhos fantasmas

Rasgando os céus nas noites nuas

É o urutau e o seu choro triste

Uma ave bela, a mãe da lua

 

Na penumbra fria de uma paixão

Chora um triste amor perdido na solidão

É um urutau e seu canto triste

Nas noites nuas

De uma ave bela

A mãe da lua

 

Uuuuuuuuu... Uuuuu... uuu... Uuuuuuuu...

 

Volta meu amor...

Eu ainda estou aqui

Volta meu amor...

Eu ainda estou aqui

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