MILAGRES
Josival de Miranda Santos (Jossi
de Miranda)
Brisa que toca o meu rosto... Sob
o céu das estrelas... Iluminado na imensidão...
Sinto o cheiro das flores na primavera.
São obras do grande autor da criação.
Há um poder na minha retina
e através dos meus olhos eu posso ver e contemplar.
Na beleza da luz eu vejo o divino
se manifestar, tudo é milagre, milagres diários, milagres constantes..
Todos os dias são milagres, todas
as coisas são milagres e eu posso crer.
Todos os dias são milagres, o dom
da vida é um milagre e foi Deus quem fez.
Ôô
O mar se abriu, o cego enxergou, multiplicaram-se
pães e o aleijado andou. Tudo são milagres feitos pelo criador.
Todos os dias são milagres, todas
as coisas são milagres e eu posso crer.
Todos os dias são milagres, o
dom da vida é um milagre e foi Deus quem fez.
Ôô
A MÃE DA LUA
Josival de Miranda Santos (Jossi
de Miranda)
Quando a noite desce
No fundão das matas
Sob as luzes mágicas dos
pirilampos
Ecoa um canto triste
Um lamento de grande dor
É a Nhaembiú, moça guarani
No seu choro eterno de saudades
De Cuimbaé, seu amor
Uuuuuuuuu... Uuuuu... uu...
São velhos fantasmas
Rasgando os céus nas noites
nuas
É o urutau e o seu choro triste
Uma ave bela, a mãe da lua
Na penumbra fria de uma paixão
Chora um triste amor perdido na
solidão
É um urutau e seu canto triste
Nas noites nuas
De uma ave bela
A mãe da lua
Uuuuuuuuu... Uuuuu... uuu...
Uuuuuuuu...
Volta meu amor...
Eu ainda estou aqui
Volta meu amor...
Eu ainda estou aqui
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