Moga Neto
Pedi a Deus, e ele me concedeu a graça de ver meus netos e aconchegá-los. Bernardo veio primeiro, e na sua incubadora ficamos a nos fitar, ele filho do meu filho, seus olhinhos a investigar aquele novo mundo.
Aquele senhor de cabelos brancos (se seus olhos já enxergassem). Eu, a dar-lhe boas vindas e imaginando o que o recém chegado pensaria (se ele pudesse pensar).
Acredito que o mundo é um tal de mudanças, onde cada um que chega toma o lugar no coração de muitos - tão frágil que temia segurá-lo. Tão importante que toda hora, todo tempo queria vê-lo, tocá-lo, tornou-se imprescindível. Só desejo que Deus o faça tão bom filho, honesto e amoroso como o pai dele, Glauber, foi pra mim.
Folgo em recebê-lo, em amá-lo. Hoje sei por que o vô e pai duas vezes - porque amo a o filho e no neto faz-me reviver as alegrias de sua infância.
Deus, foi bom ser vô, e foi bom se pai.
Com amor,
Moga Neto 01/03/2012

Nenhum comentário:
Postar um comentário