Os membros da mesa
diretora da Câmara Municipal de Jequié, Emanuel Campos (Tinho), Laninha e Rege
Silva visitaram algumas nascentes do Rio Criciúma, na região do Cajueiro, nesta
sexta-feira, 3 de fevereiro/2017. A área foi vítima recente de um grande incêndio
florestal e ao longo do tempo enfrenta sérios problemas com o desmatamento.
Preocupado com a devastação dessa e de outras áreas da Mata Atlântica e Mata de
Cipó, o presidente da Câmara, Tinho, anuncia que irá adotará medidas como
acionar os órgãos de fiscalização e controle, a exemplo do Ministério Público
Estadual, Diretoria de Meio Ambiente do Município de Jequié, INEMA e IBAMA,
solicitando uma rigorosa fiscalização e acompanhamento no sentido de buscar
soluções práticas para a preservação das riquezas naturais da região. “É
preciso agir imediatamente porque crimes ambientais como estes que verificamos
trazem prejuízos incalculáveis”, alerta.
O vereador lembra que, em 2016, destinou por
meio de emendas para o setor de Meio Ambiente R$ 50 mil para reflorestamento
das nascentes do Rio Criciúma e R$ 80 mil para projeto de arborização. “Nos
últimos anos houve uma redução drástica do fluxo de água, em razão,
principalmente, da ação devastadora dos seres humanos”, lamenta o presidente.
Para ele, o reflorestamento das nascentes na região do Cajueiro e outras
regiões, vão ajudar a resolver esse problema. Sugere ainda a restauração dos
serviços de ecossistema e benefícios sociais com o plantio de espécies de
árvores nativas e uso de mão de obra local.
Outra solução apontada seria com a participação
de Organizações Não-Governamentais, através de Editais que incentivam ações de
preservações de áreas naturais. (Souza Andrade)
O vereador lembra que, em 2016, destinou por meio de emendas para o setor de Meio Ambiente R$ 50 mil para reflorestamento das nascentes do Rio Criciúma e R$ 80 mil para projeto de arborização. “Nos últimos anos houve uma redução drástica do fluxo de água, em razão, principalmente, da ação devastadora dos seres humanos”, lamenta o presidente. Para ele, o reflorestamento das nascentes na região do Cajueiro e outras regiões, vão ajudar a resolver esse problema. Sugere ainda a restauração dos serviços de ecossistema e benefícios sociais com o plantio de espécies de árvores nativas e uso de mão de obra local.
Outra solução apontada seria com a participação de Organizações Não-Governamentais, através de Editais que incentivam ações de preservações de áreas naturais. (Souza Andrade)
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