O emprego de parentes do secretário municipal de Relações Institucionais, o vereador afastado José Simões de Carvalho Júnior, na atual gestão de Jequié, poderá render ao prefeito Sérgio da Gameleira uma enxurrada de denúncias junto ao Ministério Público Estadual com questionamentos relacionados a prática de nepotismo. As reações começaram assim que as primeiras nomeações foram publicadas no Diário Oficial online do Município. Os comentários, iniciados em redes sociais, logo ganharam as ruas e devem parar no Poder Judiciário.
O Observatório Social de Jequié (OSJ), por exemplo, enviou três documentos à Prefeitura, solicitando informações oficiais sobre as nomeações de três ‘Simões de Carvalho’. Este é o rito do OSJ: primeiro envia ofício para depois adotar as ações que se fizerem necessárias. Os ofícios ainda não foram respondidos. Afora isso, individualmente, alguns cidadãos, que dizem acreditar que o procedimento de contratar parentes de vereador afastado e secretário municipal não é nada ético, prometem seguir o mesmo caminho.
O entendimento é um só: Nepotismo é nepotismo, portanto as normas que orientam a gestão pública devem ser obedecidas, ou seja, vetada o exercício de cargo de provimento em comissão ou função de confiança, no âmbito da Administração Pública direta e indireta, por cônjuge, companheiro(a) parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau de agentes políticos, quais sejam: cônjuge, companheiro, pai, filho, tio, sobrinho, cunhado, avô, neto, sogra, sogro, genro, nora, bisavô e bisneto. Entre os motivos para o posicionamento contrário ao nepotismo está a degeneração da democracia. (Souza Andrade)
O Observatório Social de Jequié (OSJ), por exemplo, enviou três documentos à Prefeitura, solicitando informações oficiais sobre as nomeações de três ‘Simões de Carvalho’. Este é o rito do OSJ: primeiro envia ofício para depois adotar as ações que se fizerem necessárias. Os ofícios ainda não foram respondidos. Afora isso, individualmente, alguns cidadãos, que dizem acreditar que o procedimento de contratar parentes de vereador afastado e secretário municipal não é nada ético, prometem seguir o mesmo caminho.
O entendimento é um só: Nepotismo é nepotismo, portanto as normas que orientam a gestão pública devem ser obedecidas, ou seja, vetada o exercício de cargo de provimento em comissão ou função de confiança, no âmbito da Administração Pública direta e indireta, por cônjuge, companheiro(a) parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau de agentes políticos, quais sejam: cônjuge, companheiro, pai, filho, tio, sobrinho, cunhado, avô, neto, sogra, sogro, genro, nora, bisavô e bisneto. Entre os motivos para o posicionamento contrário ao nepotismo está a degeneração da democracia. (Souza Andrade)
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