| Foto: Dimas Campos e Leonardo Tavares |
Um grupo de profissionais autônomos estão utilizando as alturas da Pedra Santa na Barragem da Pedra de Jequié para praticar esporte radical. Trata-se do Highline, uma modalidade do Slackline que é um esporte no qual o objetivo é a manutenção do equilíbrio sobre a fita de diversas formas. Tem como habilidade determinante o equilíbrio. Teve sua origem numa mistura de alpinismo e arte circense (corda bamba e cabo de aço), que tanto usavam para treinar e aperfeiçoar suas capacidades na escalada, como para realizar performances e espetáculos circenses. A palavra slackline vem da língua inglesa, e significa linha (fita) bamba (frouxa), em razão da semelhança com uma linha.
Por ser uma prática recente no Brasil, a caracterização do Slackline como desporto ainda não é tão evidente. O número de organizações esportivas vem crescendo, as Federações de Slackline tomando forças no cenário, as competições sendo planejadas e organizadas. A modalidade ainda carece por centros de treinamento e, principalmente, de metodologias de ensino e treinamento.
Segundo o engenheiro civil Leonardo Tavares Duarte, a Pedra Santa é um local propício para a prática do esporte em Jequié e é o único município da Bahia com duas “vias” de Highline abertas no mesmo local. Esta aventura foi denominada de “Expedições Caatinga”, com atletas de grupos de Vitória da Conquista, Itabuna, Ipiaú e Jequié. A Tribo do Amor, grupo de Jequié, faz várias atividades esportivas a exemplo da escalada, slackline, trekking, acroyoga, dentre outras, agora se especializando no Highline.
A abertura da primeira via na Pedra Santa em 2015, foi realizada pela Tribo do Amor e teve o apoio do grupo Jequié Adventure. Em 2016, com a participação do Grupo Macacos do Borel Slackline, que é de Vitória da Conquista e especializado em Slackline, foi aberta a segunda via. São duas vias, uma de 33 metros comprimento e outra com mais de 40 metros, que deixa Jequié no top do Highline da Bahia. A primeira via foi batizada com o nome de “Aleluia”, assim batizada após ser atravessada de uma lado ao outro sem queda. Essa conquista foi de Mateus Soares, atleta dos Macacos do Borel.
Outra finalidade dos grupos além da busca de adrenalina, os aventureiros visa a proteção do meio-ambiente, todo material que deriva lixo são recolhido e outros encontrados pela trilha são recolhido para ser depositado na coleta de lixo da cidade de Jequié.
Leonardo salienta a preocupação com os equipamentos utilizados na aventura, “Todo equipamento tem certificação de segurança, há uma preocupação para a prática correta com orientação do Engenheiro de Segurança e atleta Gabriel Souto”, disse Leonardo Duarte. (Zenilton Meira)
Por ser uma prática recente no Brasil, a caracterização do Slackline como desporto ainda não é tão evidente. O número de organizações esportivas vem crescendo, as Federações de Slackline tomando forças no cenário, as competições sendo planejadas e organizadas. A modalidade ainda carece por centros de treinamento e, principalmente, de metodologias de ensino e treinamento.
Segundo o engenheiro civil Leonardo Tavares Duarte, a Pedra Santa é um local propício para a prática do esporte em Jequié e é o único município da Bahia com duas “vias” de Highline abertas no mesmo local. Esta aventura foi denominada de “Expedições Caatinga”, com atletas de grupos de Vitória da Conquista, Itabuna, Ipiaú e Jequié. A Tribo do Amor, grupo de Jequié, faz várias atividades esportivas a exemplo da escalada, slackline, trekking, acroyoga, dentre outras, agora se especializando no Highline.
A abertura da primeira via na Pedra Santa em 2015, foi realizada pela Tribo do Amor e teve o apoio do grupo Jequié Adventure. Em 2016, com a participação do Grupo Macacos do Borel Slackline, que é de Vitória da Conquista e especializado em Slackline, foi aberta a segunda via. São duas vias, uma de 33 metros comprimento e outra com mais de 40 metros, que deixa Jequié no top do Highline da Bahia. A primeira via foi batizada com o nome de “Aleluia”, assim batizada após ser atravessada de uma lado ao outro sem queda. Essa conquista foi de Mateus Soares, atleta dos Macacos do Borel.
Outra finalidade dos grupos além da busca de adrenalina, os aventureiros visa a proteção do meio-ambiente, todo material que deriva lixo são recolhido e outros encontrados pela trilha são recolhido para ser depositado na coleta de lixo da cidade de Jequié.
Leonardo salienta a preocupação com os equipamentos utilizados na aventura, “Todo equipamento tem certificação de segurança, há uma preocupação para a prática correta com orientação do Engenheiro de Segurança e atleta Gabriel Souto”, disse Leonardo Duarte. (Zenilton Meira)
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