Borginho, à direita, foi lançado a pré-candidato a prefeito de Jequié por Edmar, na rádio. Fotomontagem: JR
Aproveitando o final do programa de debate da Cidade Sol FM, na manhã de hoje, sábado 23, o jornalista Edmar Mendes, ex-presidente do PDT de Jequié, aproveitou a discussão sobre os problemas da saúde de Jequié e as críticas à gestão da prefeita Tânia Britto, PP, para lançar a pré-candidatura de Borginho a prefeito do município pelo PPS.
O engenheiro, irmão do ex-ministro César Borges, já concorreu ao pleito em 2004 filiado pelo PFL, partido comandado por ACM, e ficou em último lugar, perdendo a disputa na oportunidade para Reinaldo Pinheiro (PP, à época), eleito prefeito com a vice Rita Rodrigues, do PCdoB, na aliança com o prefeito em exercício Roberto Brito.
Dois anos depois dessa derrota, Borginho entrou no governo Reinaldo e assumiu a secretaria de infraestrutura, quando o prefeito rompeu com aliado Roberto Britto. Meses depois, criticando a adesão de antigos adversários e o afastamento do chefe do executivo de seu programa de governo, o PCdoB também se afastou da gestão Reinaldo, mas Borginho continuou, junto com o grupo de Euclides Fernandes, um dos articuladores da campanha de Leur Lomanto a prefeito (PMDB), também derrotado no mesmo pleito.
Sem relatar esse histórico, Edmar foi mais além na rádio: falou em seu anúncio que Borginho quer diálogo em Jequié com as diversas forças políticas que acompanham ACM Neto ou que são da base do governador Rui Costa. Revelou, no entanto, que seu preferido (se colocou assim e disse até que vai lançar uma edição de seu jornal 171 para aprofundar as denúncias sobre a corrupção em Jequié e também abordar a pré-candidatura de Borginho) que seu preferido só não quer alianças, conversas, com o deputado federal Roberto Britto (PP), antigo desafeto.
Borginho, um dos proprietários da Cidade Sol FM, é, então, mais um que saiu dos bastidores para entrar na disputa pelo Executivo, apresentado por Edmar (ex-vereador), aliado e admirador das famílias Borges e Lomanto, que já mandaram em Jequié por algumas décadas. Entusiasmado, Edmar concluiu: “Essa notícia foi um presente para Jequié no dia de hoje”. (Gicult)
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