segunda-feira, 9 de novembro de 2015

PMDB, PSDB, PPS e DEM buscam coalização em torno de candidatura única a prefeito de Jequié

Queixas de dificuldades; muitos olhos desejesos e uma grande interrogação
Queixas de dificuldades; muitos olhos desejesos e uma grande interrogação
As direções municipais dos partidos DEM, PMDB, PPS e PSDB, seguindo a orientação das lideranças estaduais dessas siglas, que integram a primeira linha de apoio ao projeto do prefeito de Salvador ACM Neto, para a disputa do governo do estado em 2018, dificilmente terão candidaturas próprias e individualizadas para a sucessão municipal de Jequié, em 2016. Até o momento a opção que circula com maior desenvoltura eleitoral [com base nos números dos pleitos de 2012 e 2014] por grande parte dos integrantes dos partidos de oposição, é o somatório de forças com o PV, que tem como pré-candidato a prefeito, o médico Fernando Vieira da Costa. Mesmo com essa possibilidade, os membros dos quatro partidos, que são oposicionistas nas esferas nacional, estadual e municipal ainda não descartaram totalmente a hipótese [quase improvável] de contarem com o apoio do deputado federal Antônio Brito (PTB), que transferiu o domicílio eleitoral para Jequié e permanece “surfando na onda” dos 36 mil votos obtidos no município, na sua candidatura à reeleição em 2014 e, mantém em nível de especulação a condição de ser ou não ser candidato a prefeito de Jequié. No entanto, é considerado difícil que Antônio Brito abra mão da condição de integrante da base aliada do governador Rui Costa (PT), para juntar-se aos políticos de oposição. Caso Brito faça essa opção política de interromper seu mandato parlamentar para formar seu próprio palanque, sendo ele, o candidato a prefeito, existe forte tendência dessa vir a ser uma chapa com ampla possibilidade de vitória. Caso o deputado faça opção por apoiar um candidato, o cenário muda sistematicamente oferecendo maiores condições de competitividade aos demais candidatos.
Esse quadro que tende a ser definido somente após o Carnaval de 2016, convive ainda com outra hipótese. A tentativa de vereadores de oposição, que numa articulação com o vice-prefeito Sérgio da Gameleira (PSB), avaliam a possibilidade de deflagrarem uma ação de impeachment contra a prefeita Tânia Britto (PP). Para que o processo se consolide fazem-se necessários 13 votos favoráveis e essa articulação vem sendo buscada em encontros diários entre os interessados no processo. Compromissos e espaços na gestão, já estariam sendo assumidos pelo provável sucessor da prefeita. Do lado da atual administração, a prefeita Tânia, já antecipou sua decisão de não disputar a reeleição, para se manter distante do processo sucessório. O PP, que tem ao seu lado o PT e o PDT, diz ter do governador Rui Costa, a garantia de que essa coligação estará mantida. A análise que se faz da participação do grupo governista na disputa pela Prefeitura de Jequié, é de que, no caso do pré-candidato a prefeito Eduardo Barbosa, presidente municipal do PP, não consiga elevarem pesquisas futuras a intenção de votos do eleitorado em torno do seu nome, não está totalmente descartada, que ocorra no “apagar das luzes”, a sua substituição por outro candidato com melhores chances de vencer o páreo.
Outros partidos com menor representação política em termos de não possuírem detentores de cargos eletivos no município, também mantem acesas suas propostas de pré candidaturas a prefeitos, exemplos do PCdoB, PSol, PSC e PTC. (Jequié Repórter)

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