domingo, 12 de outubro de 2014

Aventuras ipiauenses: Buscando o peixe nas profundezas do Rio de Contas

Pescadores revelam que o Rio de Contas ainda existem poços de muita profundida.
Praticada como esporte de aventura, utilizando-se técnicas de mergulho livre, ou seja, em apneia, a pesca, ou caça subaquática, vem sendo praticada há algum tempo nos rios de Ipiaú e região, por diversas pessoas. A atividade se utiliza de um arpão, este solto ou armado em um arbalete ou em uma arma pneumática. O biólogo Ronaldo Oliveira Vieira e o marceneiro Nestor Filho, são adeptos desse tipo de aventura. Eles revelam que no Rio de Contas ainda existem poços de muita profundidade onde se pode capturar grandes peixes, mas  nem todos os mergulhadores se arriscam em tais locais que chegam até 22 metros. Nestor Filho tem realizado esse desafio.

Ronaldo Vieira narra que belas paisagens se descortinam nos mergulhos, tendo em vista a diversidade da flora e da fauna fluvial, ultimamente povoada espécies exóticas como tilápia, curimatã, tambaqui, tucunaré, bagre, pescada branca e piranha, dentre outras que apesar de ameaçarem a ictiofauna original, se tornam grandes atrativos para os aventureiros.
Ronaldo Vieira e Nestor Filho, uns dos praticantes da caça subaquática.
Dos poços preferidos pelos pescadores constam o ”Lago do Santuário”, na Fazenda Sucuruiu, espolio de Zeca Souza, com uma profundidade de seis a oito metros, onde são abundantes os tucunarés, curimatãs e tambaquis, alguns pesando até 10Kg, e o Poço da Janaina, na fazenda Coroa Verde, cuja profundidade atinge aos 16 metros. Mergulhar neste poço é muito perigoso em decorrência da correnteza existente na sua profundeza. Nestor Filho é um dos poucos a se arriscar em tal façanha. Nesses pesqueiros também se observa lontras e sucuris, o que torna a aventura ainda mais emocionante. (Giro/José Américo Castro).

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