Feliz aniversário, Bené Sena.
Pensei em homenageá-lo mais uma vez. É importante sermos homenageados enquanto estamos vivos e capazes de nos emocionar com a manifestação dos amigos. Como não sei direito homenagear adequadamente os meus amigos, resolvi fazê-lo por aqui.
De que adianta eu dizer que Assis Chateaubriand fazia excelentes crônicas e artigos, todos escritos com um toquinho de lápis que ele mantinha no bolso interno dos seus paletós, se hoje ele não pode mais se divertir com isso? De que vale lembrar que o grande Mozart compunha suas pérolas musicais escrevendo as partituras molhando a pena num tinteiro a cada duas notas apostas na clave de Sol ou mesmo na clave de Fa? Supostamente ele nunca saberá que as pessoas estariam atentas a isso.
É importante homenagear o talento vivo. O artista que pulsa na sociedade a sua manifesta sensibilidade.
O texto de David Nasser redigido numa velha Remington. A poesia de Drummond escrita numa moderna Olivetti, Jorge Amado levava sempre consigo uma minúscula Facit. Cabia na mala…
Feliz Anivérsário. (Bahia em Foco)
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