Demonstrando preocupação com o futuro profissional dos jovens estudantes, o deputado Euclides Fernandes justifica o seu projeto de lei afirmando que existe uma latente deficiência de orientação aos jovens estudantes no difícil momento de escolha da futura profissão. “Ao finalizarem o ensino médio, e prepararem-se para ingressar nas universidades ou no mercado formal de trabalho, a maioria dos jovens possui sérias dúvidas quanto às suas vocações e aptidões profissionais. A falta de um instrumento que possibilite esclarecer estas incertezas é uma carência no atual Sistema Público de Ensino do Estado.” Salientou o deputado.
Lembrou, também, que dados das universidades brasileiras confirmam um elevado grau de desistência ou troca de curso por parte dos alunos recém ingressos. Esta situação gera frustração pessoal, desinteresse, além de elevados e inúteis custos, não só aos jovens, como também aos seus familiares e às próprias Universidades.
Preparar e orientar o aluno para sua realização plena como ser humano e membro ativo da comunidade, através de sua atuação profissional, é um dever básico da escola, como formadora para a cidadania. Dai a necessidade, segundo o projeto, de uma orientação vocacional competentemente ministrada por profissionais capacitados que virá enriquecer este delicado e importante processo de decisão. Os resultados das avaliações servirão como um forte indicativo dos caminhos profissionais que este jovens estariam aptos a percorrer, considerando as individualidades, as aptidões, as potencialidades e outros aspectos psicopedagógicos relevantes. (Informações: assessoria do Dep. Euclides Fernandes)
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