Nos últimos dias vem chamando a atenção das pessoas que trabalham ou frequentam o antigo mercado municipal da Praça da Bandeira, o grande número de pombos mortos encontrado no local. Opiniões são contraditórias em relação a causa da mortandade dos pássaros. Uns avaliam que são decorrentes de descargas elétricas em fios desencapados existentes no entorno do prédio [situação que cobra vistoria técnica por parte da prefeitura em face de acidentes que possam originar], enquanto outros sugerem que são comerciantes que se sentem incomodados com a presença dos pombos, que espalham fezes na área provocando mau cheiro e que estariam espalhando veneno para ocasionar as mortes das aves. O certo é que a diretoria de Meio Ambiente do município deve urgentemente investigar todas as hipóteses, observando ainda, que no local estão instalados boxes que comercializam lanches e refeições, bem como, pessoas que diariamente estão presentes no imóvel com o risco de ser contaminados pelas aves que habitam o local há muitos anos.
Doença - Em março deste ano, a Secretaria de Ambiente de Londrina (PR) decidiu abater pombos que habitam a região central da cidade, após a constatação da morte de um taxista causada por Criptococose – uma infecção causada por um fungo que é transportado, principalmente, por essas aves. Durante o tratamento, o taxista chegou a perder a audição e a visão de um dos olhos, além de ter os músculos enfraquecidos e a necessidade de utilizar cadeira de rodas para se locomover. Antes da doença ele costumava trabalhar em um ponto no centro de Londrina que ficava sob diversas árvores, as quais eram utilizadas como abrigo de pombos. “Elas fazem as fezes em cima do carro da gente, tem que na hora tirar, porque se deixar secar aquele pozinho voa e você pode inalar”, disse a viúva da vítima. (Jequié Repórter).
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