Entre os vários motivos que levaram o deputado a apresentar a proposta para o Título de Cidadão Baiano destaca-se o trabalho realizado e defendido por toda a vida pelo homenageado em favor da melhoria da qualidade do ensino brasileiro em todos os níveis. Como governador de Brasília implantou o programa Bolsa-Escola, que remunera os pais que mantenham os filhos na escola.
Autor de mais de 20 livros, em alguns deles defendeu a tese por ele desenvolvida de que existia no Brasil um “apartheid social”, com os pobres a serem sempre pobres devido à falta de acesso ao estudo e a oportunidades – cenário somente revertido após maciço investimento em educação.
O senador do PDT, partido que tem a educação como principal bandeira, foi reitor da Universidade de Brasília durante o governo Sarney, reconhecidamente uma dos períodos de maior instabilidade política e econômica do Brasil, em que a inflação era galopante e incontrolável e os surtos inflacionários constantes. Nada disso constituiu adversidade, pois a UnB cresceu de maneira excepcional sob sua gestão, graças a sua capacidade de trabalho e à ousadia das suas ideias. Ainda hoje, assinala Euclides Fernandes “o nosso homenageado continua um incansável batalhador, sempre buscando soluções para as ncessidades do País, particularmente no setor educacional, sua bandeira, sempre desfraldada.” (Bahia em Foco).
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