sábado, 21 de setembro de 2013

César Borges e Otto Alencar expõem antigas divergências do período carlista

César Borges foi governador do Estado tendo como vice Otto Alencar que posteriormente lhe substituiu no cargo
César Borges foi governador do Estado tendo como vice Otto Alencar que posteriormente lhe substituiu no cargo
As divergências durante a semana reproduzidas na mídia,  entre o ministro dos Transportes César Borges (PR) e o vice governador e secretário estadual de Infraestrutura Otto Alencar (PSD), são antigas e remontam do período em que caminhavam juntos no grupo político, sob a liderança do senador Antonio Carlos Magalhães, já falecido. A animosidade entre os dois políticos veio a tona  após Otto Alencar, que estava no exercício do cargo de governador, ter atribuído a César Borges,  responsabilidade sobre o teor de  ofício endereçadoa ele,  pela ANTT (Agência Nacional de  Transportes Terrestres),  em resposta a críticas pelos problemas decorrentes das obras executadas nas BRs 116 e 324. Em sua defesa, à acusação de Otto, o ministro César Borges emitiu nota repudiando as declarações  e afirmando que o DNIT e a ANTT, “sentiram-se atacados injustamente e, dentro do seu direito, deram respostas às acusações”. O ministro disse que o episódio mais recente, “foi a grave acusação de “traficância” feita à ANTT que, se o vice-governador possui provas, “gostaria de recebê-las para a tomada de providências”. Em defesa de Otto, posicionaram-se dentre outros, o governador Jaques Wagner, o presidente da Assembleia Legislativa Marcelo Nilo e o PSD. O deputado federal  Antonio Imbassahy (PSDB) igualmente originário do “ninho carlista” disse estar surpreso com a querela entre o ministro Cesar Borges, e o vice-governador  Otto Alencar  e soltou uma pitada de ironia,  “São dois ‘companheiros’ da base do governo Dilma, dois homens públicos que representam a Bahia, também. Então, que cessem a batalha, guardem as armas, estabeleçam a paz e tratem de tapar o buracão na rodovia, aberto pelas chuvas no começo de junho e até hoje provocando um estorvo sem fim para os que entram e saem de Salvador”. (Jequié Repórter).

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