César Borges foi governador do Estado tendo como vice Otto Alencar que posteriormente lhe substituiu no cargo
As divergências durante a semana reproduzidas na mídia, entre o ministro dos Transportes César Borges (PR) e o vice governador e secretário estadual de Infraestrutura Otto Alencar (PSD), são antigas e remontam do período em que caminhavam juntos no grupo político, sob a liderança do senador Antonio Carlos Magalhães, já falecido. A animosidade entre os dois políticos veio a tona após Otto Alencar, que estava no exercício do cargo de governador, ter atribuído a César Borges, responsabilidade sobre o teor de ofício endereçadoa ele, pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em resposta a críticas pelos problemas decorrentes das obras executadas nas BRs 116 e 324. Em sua defesa, à acusação de Otto, o ministro César Borges emitiu nota repudiando as declarações e afirmando que o DNIT e a ANTT, “sentiram-se atacados injustamente e, dentro do seu direito, deram respostas às acusações”. O ministro disse que o episódio mais recente, “foi a grave acusação de “traficância” feita à ANTT que, se o vice-governador possui provas, “gostaria de recebê-las para a tomada de providências”. Em defesa de Otto, posicionaram-se dentre outros, o governador Jaques Wagner, o presidente da Assembleia Legislativa Marcelo Nilo e o PSD. O deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) igualmente originário do “ninho carlista” disse estar surpreso com a querela entre o ministro Cesar Borges, e o vice-governador Otto Alencar e soltou uma pitada de ironia, “São dois ‘companheiros’ da base do governo Dilma, dois homens públicos que representam a Bahia, também. Então, que cessem a batalha, guardem as armas, estabeleçam a paz e tratem de tapar o buracão na rodovia, aberto pelas chuvas no começo de junho e até hoje provocando um estorvo sem fim para os que entram e saem de Salvador”. (Jequié Repórter).
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