quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Audiência pública na Assembleia Legislativa buscou solução para o transporte complementar

Motoristas do transporte alternativo em uma das manifestações na BA-547 próximo a Apuarema
Motoristas do transporte alternativo em manifestação de protesto na BA-547 próximo a Apuarema
Audiência pública, presidida pelo deputado estadual Bira Corôa (PT), na terça-feira (13/8), na Assembleia Legislativa do Estado, debateu o sistema de transporte complementar do estado e questões relativas ao funcionamento dos táxis e cooperativas. Foi retirada da audiência, um compromisso da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transporte e Comunicações da Bahia (Agerba) para agendamento de audiência com a Casa Civil do governo, com o objetivo de solicitar anistia de multas ligadas à legalização do trabalho das cooperativas e a implantação de comissão para sistematizar demandas. Também participaram da audiência, os deputados J.Carlos e Sandro Régis, Participaram da audiência, o diretor executivo da Agerba, Eduardo Pessoa; superintendente da Infraero, Manoel Henrique Bandeira; representantes da Federação do Transporte Complementar do Extremo Sul, da Cootaji, Cooperabus, sindicato dos taxistas de Camaçari e do Colegiado Territorial Médio Rio de Contas.
Vereadores de Jequié, Pé Roxo (PT) e Neto da Água Já (PRP), participaram da audiência em Salvador
Vereadores de Jequié, Pé Roxo (PT) e Neto da Água Já (PRP), participaram da audiência em Salvador e disseram ter sido proveitosa
Mais de  20 cooperativas, oriundas de aproximadamente 15 municípios de diversas regiões do Estado, dentre eles, Jequié, Itagí, Apuarema, Teixeira de Freitas, Serrinha, Eunápolis, Ibicaraí, Santo Antôniode Jesus, Feira de Santana e Porto Seguro, estiveram representadas. Ficou decidida no final do encontro a implantação de uma comissão composta por deputados da situação e oposição, representantes de órgãos institucionais do governo, e de setores como o de turismo, transporte escolar, fretamento, taxi e transportes alternativos, indicados pelas próprias cooperativas, com o objetivo de coletar e sistematizar as demandas dos municípios, incluindo todos os casos que forem comprovadamente denunciados, que deverão ser levados ao conhecimento do governo, pedindo providências, com o devido acompanhamento  do tratamento dado por ele a cada uma delas. (Jequié Repórter).

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