quinta-feira, 11 de julho de 2013

DIA NACIONAL DE LUTA: Quem parou e quem trabalhou em Jequié


Chuva fina com temperatura baixa ausência de várias categorias tiram brilho maior da manifestação dos trabalhadores no município de Jequié. Os operários da ferrovia Oeste/Leste comandaram a mobilização em Jequié as outras categorias compareceram em menor número, alguns professores, bancários, funcionários públicos e poucos comerciários. Apesar do Sindicato dos Empregados no Comercio de Jequié ter colocado um carro de som pelas ruas do centro da cidade, a grande maioria dos comerciários não participaram da manifestação, na Rua Felix Gaspar-centro comercial de Jequié os manifestantes obrigaram as lojas fecharem as portas um gerente de loja de eletrodomésticos da Rua Dois de Julho sentenciou: “isso não vai dar em nada” um transeunte que passava em frente da Jequié FM para ver o movimento em frente da catedral de Santo Antonio disse: “o movimento em Jequié esta muito fraco”. Os trabalhadores que participaram estão satisfeitos assim como alguns dirigentes sindicais a exemplo do Sintepav-Ba. Vários bancários estavam dentro das agencias para trabalhar, o comercio abriu normalmente, Centro de Abastecimento Vicente Grilo, repartições públicas o SAC e a maioria das escolas principalmente particulares. (Ari Moura).

000_0001Em frente das agencias bancárias a manifestação passou gritando palavras de ordem. (Foto Agência AM)

000_0003Segundo a Policia Militar mais de 1.000 pessoas participaram da manifestação em Jequié. (Foto Agência AM)
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DIA NACIONAL DE LUTA: Em Jequié mobilização começou com operários da ferrovia.


Por volta das 9 horas e 20 minutos manifestantes ocuparam a ponte Teodoro Sampaio que liga o bairro do Mandacaru ao centro da cidade. Foram mais de 500 operários da ferrovia Oeste/Leste que trabalham no trecho que passa pelo município de Jequié, eles vieram do canteiro de obras no Distrito Indutrial se dirigiram ao centro da cidade para se juntarem aos outros manifestantes que estavam concentrados em frente à catedral de Santo Antonio. A pauta de reivindicações são as mesmas de todos os trabalhadores brasileiros: Fim do fator previdenciário, jornada de 40 horas semanais sem redução salarial, reajuste digno para os aposentados, mais investimentos em saúde e educação, transporte público de qualidade, fim do projeto de Lei 4330 que amplia a terceirização, reforma agrária, piso salarial regional, combate à seca e outras reivindicações. (Ari Moura).

000_0015Operarios da ferrovia se dirigiram ao centro da cidade em carreata. (Foto Agência AM)

000_0009O transito na ponte Teodoro Sampaio foi interrompido nos dois sentidos com a manifestação.(Foto Agência AM)

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