Mesmo tendo sido aprovado em primeiro lugar em uma seleção pública e ter encaminhado toda documentação exigida, o escritor e jornalista Domingos Ailton foi surpreendido na última terça-feira, dia 4 de junho, com um telefonema da área de Recursos Humanos da Secretaria de Cultura da Bahia informando que ele não irá exercer mais a função de Representante Territorial da Cultura do Território Médio Rio das Contas, uma vez que a Secretaria de Administração da Bahia não efetuou o seu cadastro alegando que ele já tinha trabalhado como Reda na função de professor da UNEB entre os anos de 2006 e 2010 e que seu ingresso foi o mesmo da função anterior, ou seja, através de análise curricular. “Pode está até na lei, mas é imoral e sem fundamento esse argumento”, afirma Domingos Ailton. “Na UNEB exerci uma função de professor e na Secretaria de Cultura exerceria uma função técnica. Além disso, o meu contrato com a UNEB na condição de professor visitante terminou no início de 2010. Já estamos no meado de 2013, portanto, são mais de três anos de um contrato para outro. O Estado não permitindo que uma pessoa ingresse duas vezes através do seu currículo está prestando desserviço a produção intelectual e profissional. O que o Estado deveria fazer é criar mecanismos para evitar que gente entre pela janela através do apadrinhamento político e fique anos e anos em determinados cargos, e não impedir que uma pessoa ingresse no serviço público através dos seus méritos”, ressalta o escritor. Domingos Ailton recebeu telefonema do coordenador regional sul da Secult, Uilson Pedreira, pedindo desculpas pelo ocorrido, mas o romancista não deixou de criticar também o fato da Secretaria de Cultura da Bahia ter o convocado para assinar contrato, participar de um treinamento de uma semana e delegado tarefas de articulação com dirigentes dos 16 municípios do Território do Médio Rio das Contas e em seguida o ter o excluído da representação territorial de Cultura. “É como dizia o ex-governador baiano Octávio Mangabeira: ´pense em um absurdo, na Bahia tem procedência´, infelizmente”, dispara o jornalista.
domingo, 9 de junho de 2013
Escritor Domingos Ailton não mais exercerá função de Representante Territorial de Cultura
Mesmo tendo sido aprovado em primeiro lugar em uma seleção pública e ter encaminhado toda documentação exigida, o escritor e jornalista Domingos Ailton foi surpreendido na última terça-feira, dia 4 de junho, com um telefonema da área de Recursos Humanos da Secretaria de Cultura da Bahia informando que ele não irá exercer mais a função de Representante Territorial da Cultura do Território Médio Rio das Contas, uma vez que a Secretaria de Administração da Bahia não efetuou o seu cadastro alegando que ele já tinha trabalhado como Reda na função de professor da UNEB entre os anos de 2006 e 2010 e que seu ingresso foi o mesmo da função anterior, ou seja, através de análise curricular. “Pode está até na lei, mas é imoral e sem fundamento esse argumento”, afirma Domingos Ailton. “Na UNEB exerci uma função de professor e na Secretaria de Cultura exerceria uma função técnica. Além disso, o meu contrato com a UNEB na condição de professor visitante terminou no início de 2010. Já estamos no meado de 2013, portanto, são mais de três anos de um contrato para outro. O Estado não permitindo que uma pessoa ingresse duas vezes através do seu currículo está prestando desserviço a produção intelectual e profissional. O que o Estado deveria fazer é criar mecanismos para evitar que gente entre pela janela através do apadrinhamento político e fique anos e anos em determinados cargos, e não impedir que uma pessoa ingresse no serviço público através dos seus méritos”, ressalta o escritor. Domingos Ailton recebeu telefonema do coordenador regional sul da Secult, Uilson Pedreira, pedindo desculpas pelo ocorrido, mas o romancista não deixou de criticar também o fato da Secretaria de Cultura da Bahia ter o convocado para assinar contrato, participar de um treinamento de uma semana e delegado tarefas de articulação com dirigentes dos 16 municípios do Território do Médio Rio das Contas e em seguida o ter o excluído da representação territorial de Cultura. “É como dizia o ex-governador baiano Octávio Mangabeira: ´pense em um absurdo, na Bahia tem procedência´, infelizmente”, dispara o jornalista.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário