Um dia depois do Carnaval moradores de ruas como Juscelino Kubitschek, no bairro São Luís; Altino Freire, no Centro; Avenida Franz Gedeon, no Jequiezinho, e de várias outras vias públicas de Jequié, amanheceram, mais uma vez, convivendo com a sujeira ocasionada pela deficiência da coleta de lixo. Embora sejam serviços essenciais, a coleta de lixo, a retirada de entulhos e a varrição das ruas continuam precárias na cidade. Apesar dos apelos e reclamações constantes por parte de moradores e de lideranças comunitárias, a prefeitura municipal não tem demonstrado esforço suficiente no sentido de solucionar o problema que se agravou de janeiro para cá, quando a prefeita Tânia Brito decidiu revogar o contrato com a Locar, que venceria em maio, e contratar outra empresa, a Torre. A mudança não deu certo. Pelo contrário. Na opinião geral da comunidade, cuja insatisfação vem sendo expressa nos meios de comunicação da cidade, o serviço piorou consideravelmente, o que vem sendo classificado como falta de compromisso tanto da administração como da empresa em oferecer serviços públicos de qualidade, principalmente, no momento em que o próprio município anunciou, largamente, que a cidade vivencia picos de epidemia de dengue. O que se ouve, nas emissoras de rádio, diariamente, são moradores fazendo duras críticas a administração da prefeita Tânia Brito bem como a empresa que hoje é responsável pelo serviço de limpeza pública pela ineficiência dos trabalhos. Todos temem que Jequié passe a concorrer como a cidade mais suja da Bahia. Souza Andrade).
Lixo e entulhos por toda a parte na cidade de Jequié. |
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Moradores começam a temer que Jequié passe a concorrer como a cidade mais suja da Bahia
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