sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Grupo canadense com o governador Jaques Wagner farão lançamento da mina de vanádio em Maracás


O projeto do Vanádio em Maracás é em parceria com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), detentora dos direitos minerais da área.
No próximo dia 21, o grupo canadense Largo Resources, sócio majoritário da Vanádio de Maracás S/A estará às 10h na cidade de Maracás, realizando com a presença do governador Jaques Wagner, solenidade de  lançamento da pedra fundamental da primeira mina de vanádio das Américas, que etapa de construção gera cerca de 1.500 empregos diretos.  . Após o início do funcionamento, previsto para novembro deste ano, o empreendimento deve contratar 600 funcionários para ocupar cargos e funções na mineradora.  Com um aporte de R$ 555 milhões em investimentos por parte do grupo e do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), a Vanádio de Maracás será a mina com maior teor do metal e menor custo de produção em todo o mundo.  Segundo informações divulgadas pela empresa, através da assessoria de comunicação do projeto, do total investido, R$ 5 milhões serão destinados às obras socioambientais voltadas para a comunidade local.
Com a implantação da mineradora, a expectativa inicial de produção anual é de 5 mil toneladas de liga derivada do vanádio. Atualmente, segundo a CBPM, o Brasil consome cerca de 1,2 mil toneladas. A produção excedente deverá ser exportada para a China, Estados Unidos e países da Europa. O início da implantação do projeto aconteceu em 2007, com trabalhos de sondagens complementares e realização dos estudos de impacto ambiental e de pré-viabilidade, tendo a Licença de Localização (LL) sido obtida em 2010. Ainda não foi divulgado quanto a exploração do mineral renderá para os governos municipal, estadual e federal.  Mas do lucro previsto,  2% será revertido para o poder público, sendo 60% deste montante para o município e 40% para o estado e União. O vanádio é um mineral usado em aços (como componente de liga, porque aumenta a resistência e reduz o peso), na indústria aeroespacial  e como catalisador nas indústrias de petróleo e gás (tubulações). Com informações publicadas em A Tarde

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