Postado por Wilson Novaes
Entidades afirmam que o município atua na contra-mão do Ministério da Saúde que no programa Brasil Sorridente reorganiza a Atenção Básica em saúde bucal
Nota publica subscrita pela Associação Brasileira de Odontologia-Regional de Jequié e Conselho Regional de Odontologia da Bahia e, encaminhada em forma de denúncia ao Ministério Público Estadual-MPE, está sendo veiculada em emissoras de rádio da cidade, pelas duas entidades classistas enumerando fatores, segundo os quais, revelam “indignação com a situação da saúde bucal no município de Jequié”. A ABO e o CROBA, afirmam que o segmento vem sofrendo um verdadeiro descaso nesta última administração municipal e relacionam, o encerramento em novembro de 2010, do serviço de odontologia no P.A; que nunca houve funcionamento adequado, nas unidades de saúde da família, por razões diversas a exemplos de falta de auxiliar de saúde bucal, falta de condições técnicas e de material de consumo; que o Centro de Especialidades Odontológicas-CEO, implantado em 2006, tendo no seu corpo clínico, profissionais especialistas para oferecer um atendimento de qualidade à população por falta de um único funcionário para serviços gerais, está parado há 04 meses. Enfatiza ainda a nota que, “para agravar a já precária situação da odontologia no município, foi publicado pelo prefeito de Jequié, no dia 15 de outubro de 2012, o decreto n.12736 que exonera 17 odontólogos dos PSFs, e o decreto n. 12729 que implica no cancelamento dos serviços do Centro de Especialidades Odontológicas. Os dois decretos, “eliminam quase que completamente o atendimento odontológico público e gratuito na cidade que tem gestão plena em saúde e que recebe incentivos financeiros mensais do governo federal”. Concluindo afirmam, “o descaso com a saúde bucal em Jequié, é um enorme desrespeito à população e à classe odontológica”.
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