O empresário Dario de Queiroz Galvão Filho, da empreiteira Galvão Engenharia, alvo da Operação Lava Jato, agia como “o efetivo mandante” do pagamento de propinas no esquema de corrupção montado na Petrobras. Para a Justiça Federal, que decretou a prisão de Dario Galvão, executada na manhã desta sexta feira (27), em São Paulo, a medida é necessária diante do “risco à ordem pública e para prevenir habitualidade e reiteração criminosa”. ”Há provas de prática dos crimes por prolongados períodos, que se estende, pelo menos, de 2008 a 2014″, assinalou o juiz federal Sérgio Moro, que conduz todas as ações penais da Lava Jato Dario Galvão é acionista do Grupo Galvão e membro do Conselho de Administração do Grupo Galvão, proprietário e controlador indireto da Galvão Engenharia. A força-tarefa da Lava Jato atribui a ele “posição de maior responsabilidade em relação aos crimes de lavagem de dinheiro e pagamento de propinas a dirigentes da Petrobras”. Segundo os investigadores, Dario Galvão tinha papel mais decisivo na trama do que o executivo Erton Medeiros Fonseca, da mesma empreiteira, preso desde 14 de novembro. A força tarefa assinala que a Galvão Engenharia tem diversas obras em andamento não só com a Petrobras como com outras entidades da administração pública direta ou indireta.
EM JEQUIÉ:
Em Jequié a Galvão Engenharia é a empresa responsável pela obra da ferrovia Oeste/Leste (Fiol) no lote 2 que parou conforme matéria em A Folha (edição de 27.03.) que esta circulando. Mas de 1.100 trabalhadores estão desempregados sem saber do que irá acontecer no futuro. (Ari Moura)
Nenhum comentário:
Postar um comentário